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Volta quando?

Sei apenas que é tempo demais para ficar longe do teu abraço. Desânimo pela tua ausência é o nome da doença que me abate por estes dias, que me tira o sono, o apetite, faz comer para continuar em pé apenas…

Juro não mais exibir meu sorriso quando não estiver por perto, até porque minha face está congelada por um semblante triste, digno de espera. Até mesmo a rosa que deixaste antes de partir continua intacta, é como se a vida não andasse para frente, mas em círculos, és o combustível que acende minha força.

Nem ouso pensar sequer, mas arriscadamente atesto que sem ti – e que os deuses me protejam de tal agouro – quero definhar de tristeza ante ao vazio que isso comporta, até porque já nem lembro mais como era minha vida antes de você.

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