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Pirambeira do tempo

Ultimamente ando preocupada com o tempo – previsão de tempo na verdade. Como não gosto de surpresas do tipo, passar frio quando estou viajando porque levei pouca roupa, toda segunda é romaria por sites climáticos, para me preparar espiritual e psiológicamente para crises de renite alérgica que não me deixam respirar direito e me dão um sono de tombo, daqueles em que você acorda como se não tivesse dormido nada.

Enquanto o clima não decide se finaliza o inverno e começa uma primavera calorenta, curto meus finais de semana com mochila atrolhada para calor e frio…mas sempre há forças suficientes para carregar malas quando estou para ficar mais perto do meu amor.

Ah, o tempo…neste feriadão que passou, parece que ele deu uma trégua e foi lento – maravilha! – pelo menos até sexta à noite…fizemos tantas coisas até lá…Churras com Chairil e Fabi, conhecemos o Santuário Mãe de Deus com vistas maravilhosas de Porto Alegre (Digo – temos que voltar lá um dia em que PA não estiver tão fumacenta…hehehe), cachaçaria Água Doce, centrão na sexta de manhã – simpática fila no cartório…tststs – tricot na frente do computer do Digo enquanto ele trabalhava na UFRGS, janta especial(ravióli, sete meses de namoro) e término da noite com chuva e delicioso chopp do Dado Pub.

No sábado ele passou voando…tanto que fiquei sensível ao Whisky (sim, eu batizei o Clube de Veranópolis). Saímos de PA cedo da manhã de sábado, rumo a nossa abençoada e linda Serra Gaúcha. Almoço maravilhoso da Dona Nildete, mercado básico à tarde, chimas na sacada, janta com Chairil e Fabi. E o Festival do Whisky que estava prá lá de divertido. Ok, eu passei mal, mas com certeza foi o chiclé que eu comi na quarta…ahahaha. Abençoado Digo, amor da minha vida, que cuidou de mim com todo o carinho do mundo. Não é à toa que eu amo este homem.

Pois é o tempo. è justamente pela falta dele que EU não tenho conseguido fazer TUDO o que quero fazer. Queria poder esmiuçar ele, sei lá, não precisar dormir mais(a não ser nos braços do meu namo), para poder fazer todas as coisas que preciso e tenho vontade, Isso tem me deixado frustrada prá caramba…

E neste vai e vem de climas, de coisas para fazer e nadas a cumprir, a vida segue como uma pirambeira(palavra que aprendi com o Barni), um sobe e desce encantador e alucinante, mas que de constante sempre leva na bagagem o desejo de estar perto de quem se ama.

Nina, 12/09/2006

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