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Como uma balada hard rock, com amor e dor

Fazia tempo que não lia os textos da Clarah Averbuk . Entrei na página dela ontem e foi altamente inspirador. Saí da frente do computador querendo mandar 99,99% do mundo para o inferno (tá, confesso, para um lugar bem menos simpático, mas uma Lady não manda ninguém à m…) incluindo a mim mesma. Às vezes leio algumas coisas que me fazem cair na real e me sentir uma idiota.

Depois continuei arrumando a minha milésima mudança (céus, quando isso vai terminar?!) ouvindo som no fone à todo volume, para não escutar as bobagens que minha mente andava produzindo.

Hoje pela manhã a trilha sonora descambou para o hard rock meloso de algumas músicas do Skid Row e no caminho para o trabalho percebi que sempre foi isso que fiz da minha vida: um melodrama exagerado, um meio sorriso cínico que escondia uma alma em frangalhos por pessoas e coisas que não merecem um milésimo de compaixão e pensamento meu.

Liguei o foda-se e já no trabalho, quando vieram me contar que a estagiária (de quem eu quero me livrar mas não consigo, apesar de toda a incompetência) da manhã está de aniversário. E eu com isso? Não me ajuda, prejudica a equipe e não veste a camiseta. Não merece nem estar aqui entre nós. Se fosse qualquer um dos meus outros funcionários, tinha ganhado no mínimo um bolo.

Quer saber?! Bom dia para você também!

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