Cronista da vida, das coisas e do mundo. Cultura, moda e arte.

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Baguncinha celeste

Dia começou com chuva que não vi e agora lá fora o sol sorri sarcástico e radiante. Sinal de que as coisas estão fora do lugar, isso é certo. Mas qual é o lugar certo para as coisas?

No trabalho a central telefônica pirou e já não sabemos a quem apelar: se para a Nossa Senhora Protetora dos Clientes da GVT (que agora também é da porcaria da Brasil Telecom!) ou se para Santo Expedito, que auxilia nas coisas urgentes.

Dia desses encontrei uma nota de R$ 50,00 no compartimento da carteira (muitos compartimentos = a pouca grana) onde guardo uns duzentos santos para quem apelo na hora do desespero e fiquei sem saber para qual agradecer.
Envolta pelo redemoinho provocado por uma suposta confusão celeste, será que apelar para meu anjo da guarda (que nem sei o nome, mas que já impediu que eu quebrasse umas duas costelas quando fui atropelada) ajuda? Neste caso, continuo a preferir os dias nublados, com ares de ansiedade mas que sempre tem as coisas no lugar e funcionando.

 

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