|
Veja Aqui Frases (14)
sexta, 06 de fevereiro de 2009 Buenas, aqui está o poema.
LA TIERRA
LA tierra verde se ha entregado a todo lo amarillo, oro, cosechas, terrones, hojas, grano, pero cuando el otoño se levanta con su estandarte extenso eres tú la que veo, es para mi tu cabellera la que reparte las espigas.
Veo los monumentos de antigua piedra rota, pero si toco la cicatriz de piedra tu cuerpo me responde, mis dedos reconocen de pronto, estremecidos, tu caliente dulzura.
Entre los héroes paso recién condecorados por la tierra y la pólvora y detrás de ellos, muda, con tus pequenos pasos, eres o no eres?
Ayer, cuando sacaron de raíz, para verlo, el viejo árbol enano, te vi salir mirándorne desde las torturadas y sedientas raíces.
Y cuando viene el sueño a extenderme y llevarme a mi propio silencio hay un gran viento blanco que derriba mi sueño y caen de él las hojas, caen como cuchillos sobre mí desangrándome.
Y cada herida tiene la forma de tu boca. | por Nina em 06 de fevereiro de 2009, 15:46 | Nenhum comentário
| sexta, 06 de fevereiro de 2009 PABLO NERUDA
" De otro. Será de otro. Como antes de mis besos.
Su voz, su cuerpo claro. Sus ojos infinitos.
Ya no la quiero, es cierto, pero tal vez la quiero.
Es tan corto el amor, y es tan largo el olvido.
Porque en noches como esta la tuve entre mis brazos,
mi alma no se contenta con haberla perdido.
Aunque éste sea el último dolor que ella me causa,
y éstos sean los últimos versos que yo le escribo."
(do "Poema 20" de "Veinte poemas de amor y una canción desesperada) | por Nina em 06 de fevereiro de 2009, 15:31 | Nenhum comentário
| terça, 16 de janeiro de 2007 "...não há palavras para explicar o que eu sinto. Só há dor em meu peito e a dor não se explica. O medo povoa o meu espírito e meu corpo treme a cada badalada do sino. O cortejo fúnebre me causava arrepios de horror, mas eu já não tinha forças para mudar o rumo dos meus passos que seguiam o caixão. A tristeza transbordava em forma de salgadas lágrimas que a tua morte transformava em amargas. A cada punhado de terra que era jogado sobre o teu caixão, maior era a minha vontade de morrer contigo. Naquele doloroso momento percebi que a vida não é nada além do que um ritual fúnebre à espera da morte..."
Janina Stasiak, 28/01/1997 | por Nina em 16 de janeiro de 2007, 09:28 | Nenhum comentário
| segunda, 11 de dezembro de 2006 "...A fina veste que encobre teu seio, não sente as palpitações de teu coração, é apenas uma cisma provocante dos teus desejos e jamais verá as cicatrizes em teu peito febril e arfante de dor e de amor! Não, nenhuma reles fibra de tecido, e nem o mais sábio dos homens têm a capacidade de interpretar a inconstância de um coração feminino, apaixonado, quase doentio, sim, pois o que é o amor se não uma doença sem cura?"
Janina Stasiak - sem data, sem rumo | por Nina em 11 de dezembro de 2006, 14:09 | 1 comentário
| terça, 28 de novembro de 2006 Quieto e mudo
Ele olha interrogativo.
Joga sua brancura em minha face
Pedindo palavras, sua existência.
Exibe uma postura entrelinhada
Como a enaltecer possível nobreza.
Jacarandá? Não titubeio.
Esnobo, como vítima da inércia.
Um nada, um tanto faz
Que não faz falta.
Sorri cínico: vencera.
E aqui estou a escrever
Tentativa ínfima de existir
De ser letra, papel e caneta.
Passo longe da coerência,
Fecho os olhos para tuas linhas,
Rabisco menções de sentimentos,
Tão pequenos e tão vis.
O que me falta é a carne e o osso.
Olhar tranqüilo, que me faça sorrir
Para enfim, dar vida e amor a este papel.
Janina, 05/04/2006 | por Nina em 28 de novembro de 2006, 15:03 | Nenhum comentário
| terça, 10 de outubro de 2006 "Jamais encontrei lugar
Que sentisse como meu
Nunca encontrei teto
Que me fizesse sentir protegida por inteiro
Até receber o abrigo do teu abraço"
Nina, 09/10/2006
| por Nina em 10 de outubro de 2006, 09:37 | 1 comentário
| quinta, 28 de setembro de 2006 Mais um poema...que eu fiz em uma das minhas voltas de Porto Alegre, escrito no bus mesmo.
Viagem
O céu grande janela estrelada
Dormir é para os anjos
E eu tentando contar estrelas
Que dançam entre meus dedos, fugitivas
Cujo brilho fica impregnado na minha retina.
O silêncio é costurado pelo oco conversar das rodas
Ora escuridão, ora ofuscam luzes da cidade
Não há mais olhar de adeus para consolar
Viajar é um abandono.
Toda vez que parto,
Meu coração é quem parte-se ao meio
Dói deixar-te imóvel no paradouro
Regressar, é pensamento obstinado e sorridente.
Nina, 12/09/2006
| por Nina em 28 de setembro de 2006, 16:48 | 2 comentários
| sexta, 22 de setembro de 2006 "É do brilho dos teus olhos
Que minha alma se alimenta
Mesmo que por muitas vezes
Eu só o veja congelado, preso
Na retina de meus olhos..."
Para Digo
Nina, 21/09/2006 | por Nina em 22 de setembro de 2006, 08:51 | Nenhum comentário
| segunda, 27 de março de 2006 Martela. Desde sexta-feira, que eu lembre. E não há nada que possa fazer neste momento, a não ser suplicar para a mente que ela vá embora.
Martela. E suspeito que seja a saudade...tua falta já percorre todo meu ser, invadiu os sentidos e tenta apossar-se da mente, que está tomada de ti.
Martela. Mas era para ser uma falta gostosa, dessas que faz a gente pular no pescoço do namorado alegremente, depois de alguns dias sem ver.(não que não vá fazer isso...hehehehe).
Martela. E a música pesada não ajuda muito, talvez diga que essa dor é obsessão, que grudou na cabeça e que não vai embora tão cedo.
Martela. E a perna balança, os pés batem ao chão no compasso do nervosismo, porque as coisas demoram tanto para acontecer?
Martela. E nem mesmo é por uma paixão mal resolvida, uma dor de cotovelo, uma noite mal dormida, um problema sem solução...
Martela. Porque quando se descobre o amor é difícil estar longe...praticamente impossível, uma tortura.
Martela. E sequer pretendo descobrir se é doença, pois nada importa além da vontade de me teletransportar.
Martela. Deve ser a claridade insana desta sala. Fecho as cortinas, na inútil tentativa de esconder a dor.
Martela. Deve ser por ter um coração pulsando fortemente por amor.
Nina, 27/03/2006 | por Janina Stasiak, enviado por Nina em 27 de março de 2006, 10:31 | Nenhum comentário
| quarta, 18 de janeiro de 2006 Sabe aquela velha história...dê-me uma palavra e eu faço um verso?
Eis a origem deste poema. Normalmente, não gosto dos que escrevo, pretensamente querendo poetizar a vida...mas esse me conquistou, logo ao nascer. Diria que ficou simpático...mas, tirem as suas próprias conclusões...
Mote
Sinceridade Matéria de que foram feitos teus olhos. E neles me perdi, talvez por achar que não sou digna de tua leveza.
Peso Talvez minha consciência seja chumbo e tu sirvas para que isto se consuma de minha mente. Consegues fazer com que o passado seja imbecil.
Culpa Por não saber amar como mereces, por não dar o carinho que lhe devo. Aprendo aos poucos, contigo, o quanto o mundo é ignorante.
Prática Coloco na vida real o que no papel sei muito bem. Mas é difícil, existe medo. Medo que dissipas com um sorriso. Ou vários.
Beleza Vejo na tua presença iluminada. Que agrada a todos, sem comparação. Capaz de me provocar as músicas mais lindas do mundo.
Escrava Assim me tens, quando quiseres, pois assim mereces. Como o mais digno dos reis que já governaram a extensão de minha alma. E assim me curvo porque sei que jamais me seria torpe.
Abraço Condenação cruel não poder te tocar a todo instante. Na companhia do teu doce sorriso, inebriante. Ou com alto teor de alcoolismo. Deito, para que o sentimento invada todo o corpo.
Sonhos Estou procurando não tê-los. Realidade dói menos. Na verdade, não existe medo, e sim preocupação. Extrema, em agir com pés no chão. Mas uma vontade enorme de fazer loucuras, de sair do sério, virar a vida de cabeça para baixo. Apenas para ver tudo de um ângulo diferente.
Suspiro É minha consolação. Imagino teu rosto bem próximo de um beijo. A presença imaginária é quase real e absurda. E acaba com um sorriso de saudade meu.
Distância Impossível não sentí-la. Mas é muito mais física do que psicológica. Queria matá-la com, um passo e um abraço. E acabo sempre voltando às palavras. E estas por vezes engasgam.
Mudanças Nada é estático. Nem sentimentos, muito menos corpos. Hoje aqui, amanhã, só Deus sabe. Eis o colorido desta vida breve, mas que me encontras feliz, tranqüila e serena por ti.
Nina | por Nina em 18 de janeiro de 2006, 10:27 | Nenhum comentário
|
|