Sobre Dias das Mães…Curtas

13 de maio de 2012. 21:54 Sem Comentários

#…ou sobre não falar o que penso sobre datas extremamente comerciais.

#Não quero alterar os ânimos de quem não concorda com o fato de o dia das mães ser uma excelente oportunidade de vendas, até porque eu trabalho no comércio. Quero falar sobre a importância de demonstrar o que sentimos pelas pessoas, sempre.

#Eu amo minha mãe, ela sabe disso. Posso estar fisicamente longe dela mas demonstro de várias formas o que sinto por ela. Não somente por presentes, mas principalmente por palavras e gestos de carinho. Não é um data específica que vai me convencer dar um presente para ela ou qualquer outra pessoa. Dedico aqui todo meu amor e carinho porque ela mulher maravilhosa e incrível.

#Em tempo: a vaidade é o meu pecado favorito. (O Advogado do Diabo)


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Acho que vi um gatinho…

12 de maio de 2012. 23:11 Sem Comentários

Só assim para “ganhar” um gatinho, por foto!

Mas digam: não é fofo? Com esta decidi que vou voltar a colecionar fotos de gatos.

 


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Delírios sobre a vida

8 de maio de 2012. 23:32 Sem Comentários

Não consigo imaginar o que sente uma pessoa que perde alguém que ama muito. Meus avós morreram quando não tinha consciência do significado de amar alguém, quanto mais sentir o coração e o corpo inteiros doerem de saudade, por nunca mais poder abraçar determinada pessoa. Mas sei que ninguém está preparado para a finitude, para o cessar de um peito, por vezes muito pequeno, que respira.

Entendo somente de sentir a dor dos outros, perder o chão por não saber como ajudar, como fazer o sofrimento da outra pessoa acabar. Não entendo de morte, talvez por no fundo saber que pelo menos a alma, é eterna.

Entendo sim é de perder gente viva, para nunca mais. Um defeito natural,  de conseguir afastar sem querer quem tanto quero bem.

 


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Mundo ordinário

3 de maio de 2012. 12:24 Sem Comentários

Os momentos em que mais me odeio, são aqueles em que me comporto como as outras pessoas. Passa-se um terço da vida tentando assimilar o que é certo e o que é errado, para agir por instinto quando estamos rodeados pela mais completa ignorância.

E como frustra saber que nada disso é necessário. Conheci pessoas de diversos países do mundo, e em raras percebi essa maldade, esse “eu tenho que me dar bem sempre, os outros que se danem”, elemento tão presente na personalidade do povo brasileiro. Herança maldita? De quem, se tantos povos diferentes colonizaram estas terras? Mas o que importa é que essa cultura de só receber, e nada dar em troca, definitivamente, não combina comigo. Quero lembrar que não estou generalizando sobre o comportamento cultural do povo brasileiro, são impressões em que me incluo, afinal nasci aqui e também carrego esta herança. E este não é um estudo antropológico, é somente uma reflão ordinária.

Entendo o motivo pelo qual algumas pessoas se isolan do grande bloco, como o escritor Rubem Foseca, que àparte todas as críticas, não fala com a imprensa. Ele pode ser um glutão, um cretino até (pouco sei, pois não o conheço. E quem o conhece? Quem conhece alguém, verdadeiramente?), mas admiro, antes de seu talento literário, essa luta ferrenha em preservar-se.

Logo eu que, por tantas vezes e por tantos motivos sempre me doei, me entreguei à árdua tarefa de ajudar os outros mesmo sem perspectiva de receber algo em troca, sinto-me cada vez mais arrependida de dividir qualquer coisa com quem não sabe dividir. Para quê agradar quem não está nem aí para ver um sorriso nosso? O mundo está ficando, deveras mais ordinário.


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Melissas: sim ou não?

2 de maio de 2012. 22:48 Sem Comentários

Nasci no ano em que a marca gaúcha Grendene lançou a primeira sandália Melissa, 1979. Não posso afirmar que os calçados de plástico com cheiro de chiclé estiveram em meus pés na infância, mas lembro com saudades de modelos que tive na adolescência e usei até que estragassem. Tenho hoje alguns modelos recentes, que guardo com apreço e nesta nova fase “melisseira” acompanho a evolução da marca.

Nestes mais de 30 anos da Melissa percebe-se a expansão da Grendene, o investimento em marketing, ações importantes como a coleção de 1996 que tinha como garota propaganda a top modelo alemã Cláudia Sciffer e, principalmente, as parcerias com estilistas e designers renomados. Destacam-se entre eles nomes como Vivienne Westwood, Jason Wu e Gaetano Pesce.

Particularmente, grife e nome nunca fizeram minha cabeça e alguns dos modelos de sandálias ou calçados da Melissa por suas formas inusitadas foram alvo de polêmica, paixão e rejeição. Por isso coloco aqui espaço para que seja analisado, por seu gosto, preferência ou paixão, quatro modelos diferenciados de Melissa. Então diga aí, você usaria? Sim ou não?

Melissa Wing: sim ou não? Tem gente que ama esse modelo, mas eu não.

Melissa Zaha Hadid: sim ou não? Acho ela interessante, mas no meu pé magérrimo, não ficaria bem. Então não.

Melissa Metamorphose + Head Genève: sim ou não? Teria que provar para decidir...mas não.

Melissa Academy Duck: sim ou não? Eu vou de sim!

 


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Dedicatória

29 de março de 2012. 16:02 Sem Comentários

Compartilhando algo que li agora à pouco, mas que serviu de estímulo para qualquer coisa que desejar fazer em minha vida, tal como uma música ou bebida forte. E eu adoro dedicatórias.

“Nem todas as letras da internet seriam suficientes para expressar a admiração, o agradecimento e o amor que tenho pela pessoa mais importante de toda a minha vida, Dra. Maria de Lourdes, minha mãe – que me ensinou uma lição de valor inestimável: as pessoas não falham, elas desistem.

Obrigada por me ensinar a não desistir.” - Conrado Adolpho Vaz, na dedicatória do livro Google Marketing: o guia definitivo de Marketing Digital.

 


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Curtas 9 – o primeiro frio do ano

28 de março de 2012. 11:08 Sem Comentários

#Nada machuca mais a pele, faz cortar os lábios e doer a face do que o frio na alma.

#Só o vento Minuano é capaz de entender o sentimento que mora no coração eternamente duro de inverno dos gaúchos.

#De um canadense sobre o frio no sul da América:  ”Aqui é muito mais frio do que lá no Canadá, que neva. Aqui no Rio Grande do Sul faz um frio que gela o osso.”

#A estética do frio – título de ensaio escrito pelo compositor gaúcho Vitor Ramil. Vale a leitura. E a audição das suas músicas, para quem quer entender um pouco sobre como são os gaúchos. Este livro pode ser encontrado na Estante Virtual.


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O que é imaginação fértil?

20 de março de 2012. 00:35 Sem Comentários

Quando criei o este blog em 2005, ninguém questionou o porquê do nome “imaginação fértil”, era bem óbvio para quem me conhecia. Fui uma criança extremamente imaginativa e já na adolescência demonstrava habilidade para contar histórias, fossem reais ou não. Ouvi certa vez que por minha capacidade de imaginar tudo nos mínimos detalhes, seria capaz de cometer o crime perfeito. Óbvio que isso nunca tentei, mas tudo ficou e sempre fica arquivado no meu fantástico universo imaginário, onde habitam açougueiros, demônios, loucos e seres inanimados que com minhas palavras ganham vida.

Mas pelo benefício da tecnologia descubro surpresa que muitas pessoas chegam a este site buscando saber “O que é imaginação fértil?”. Prontamente diria – e esta é uma opinião bem pessoal – que é aquele pensamento que começa com um simples sopro do vento em uma noite de inverno no sul do Brasil e se transforma em um tsunami avassalador no Caribe. Com sobreviventes zumbis marchando em direção à África, com sede de gente. Seguidos por tubarões que urram feito elefantes. E por aí vai. Mas esta é a minha imaginação.

O que me encanta na imaginação fértil é que ela não precisa ter limites, pois não vai ferir ninguém. Pode ser levada para onde se quer, fazer dela o que bem entender. Eu decidi fazer tudo isso que está aqui nesse blog e mais um pouco. Algum outro talvez leve tudo muito à sério, talvez até perca a noção da realidade. Mas aí nem quero ver!

No entanto, vejamos algumas definições do que é imaginação e do que é fértil, já que assim adjetivamos esta “faculdade psíquica” adorável.

Segundo o dicionário Michaelis -

i.ma.gi.na.ção

sf (lat imaginatione) 1 Faculdade de imaginar, conceber e criar imagens. 2 Coisa imaginada. 3 Fantasia. 4 Crença ou opinião que provém da fantasia. 5 Superstição. 6 Cisma, apreensão. 7Psicol Utilização construtiva, embora não necessariamente de feição criadora, de experiências perceptivas anteriores; reorganização de elementos dessa espécie. 8 Entom Passagem de pupa ou ninfa a inseto adulto. I. Exaltada: indivíduo que concebe ideias arrojadas. I. Viva: a que representa os objetos com grande viveza e muitas vezes como realidades. Em imaginação: de um modo imaginoso; na fantasia.

Segundo o dicionário Aurélio -

s.f. Faculdade de representar objetos pelo pensamento: ter uma imaginação viva. / Faculdade de inventar, criar, conceber: artista de muita imaginação. / Opinião sem fundamento, absurda: isso é pura imaginação. / Resultado da faculdade de imaginar.

Segundo o dicionário Michaelis -

fér.til

adj (lat fertile) 1 Biol Capaz de conceber ou de gerar prole; não estéril. 2 Biol Suscetível de se desenvolver em novo indivíduo: Ovo fértil. 3 Que produz muito e com facilidade; fecundo. Antôn: estéril, maninho, sáfaro.

Segundo o dicionário Aurélio -

adj. Fecundo, que produz muito; ubertoso: campo fértil. / Que excele ou se destaca entre os comuns: ano fértil em acontecimentos.

Os racionalistas opõe a imaginação à razão. Não discordo de todo, mas tem de concordar comigo que qualquer coisa que seja considerada obra do homem, feita por suas mãos ou não, primeiramente, precisou ser imaginada. A imaginação antecede a obra, ao ato e ao fim.

Se a imaginação é fértil é porque desenvolveu-se, cresceu. Tornou-se maior que um simples pensamento. Derrubou pontes e venceu guerras. Ascendeu ao universo mágico da criação sem limites.

 

"Open your Imagination"


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Bota: sim ou não? – Missão 3

19 de março de 2012. 23:48 Sem Comentários

Entre tantas imagens que vejo todos os dias no mundo virtual, mais dois sapatos que chamaram a atenção. Desta feita, botas, uma delas um tanto normal afora o nome da marca – Fendi – escrito na lateral em letras garrafais para um sapato. A outra esteve nas passarelas carregando a coleção do outono de 2011 da Prada.

Mas e aí, você usaria? Sim ou não?

Ficaria um pouco larga nas pernas, mas tem seu charme. Então, sim!

Ficou muito estranho! Talvez se o cano não fosse cor de pele...Mas não é, então não.

De qualquer forma, são sapatos concebidos por designers de imaginação fértil.

 

 


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Pequena nota musical

15 de março de 2012. 00:16 Sem Comentários

Para variar um pouco o set list passei a redescobrir músicas no You Tube que eu conhecia mas pouco, ouvindo com a atenção dos fones. E foi por estas clicadas por aqui e ali que ouvi e prestei atenção em “Boa Noite” do Djavan.

Conheço as músicas do brasileiro nascido em Maceió desde que sou criança, mas por gostar tanto de cantarolar “Oceano” e “Nem um dia” por aí, acabei por nunca prestar muita atenção nesta que me vejo viciada agora, “Boa Noite”. Primeiramente encantou-me sua batida um pouco mais ligeira, que na versão ao vivo torna possível distinguir cada instrumento, sendo estes executados com maestria. E que melodia! Foi aí que reparei na letra, não tão perceptível no jogo de palavras que Djavan imprime nesta cantoria, mas como não amar música que termina com

“Oh, meu bem, serei seu guia na terra
Na guerra ou no sossego sua beleza é o cais
E eu sou o homem
Que pode lhe dar, além de calor, fidelidade
Minha vida por inteiro eu lhe dou…”

Isso é lindo! Para quem não conhece a música “Boa Noite” do Djavan, aqui está o link. Post propositalmente para quem aqui fica, como despedida de mais um dia.


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